TIM anota lucro líquido de R$ 681 milhões, avanço de 154,7%

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Serviços fixo e móvel impulsionam receita da operadora em 8,7% no segundo trimestre. A companhia afirma que conseguiu se ajustar, mesmo em meio às dificuldades advindas do cenário de pandemia

As operadoras de telecom nunca foram tão importantes como em meio à pandemia, mantendo as conexões interpessoais e empresariais.

A TIM fecha o segundo trimestre de 2021 com resultados que comprovam a solidez de sua gestão operacional e financeira.

Reação

Na comparação com o segundo trimestre de 2020, os números são bem expressivos, principalmente por estabelecer um comparativo com o momento inicial da pandemia, quando foi mais intenso o impacto do isolamento social das pessoas e da suspensão de muitas atividades econômicas. O lucro líquido, por exemplo, tem alta de 154,7%, totalizando R$ 681 milhões no período.

Esse resultado demonstra a capacidade da TIM de se adaptar às circunstâncias adversas, seguindo uma trajetória positiva. A companhia registra no segundo trimestre uma receita de serviços de R$ 4.226 milhões, evolução de 8,7%, impulsionada pelas receitas do fixo e móvel, com alta de 11,1% e 8,5% respectivamente. Já no EBITDA, o aumento é de 5,9% na comparação anual. Já são mais de 20 trimestres consecutivos de elevação nesse indicador.

Solidez

“Apresentamos, mais uma vez, números que comprovam a solidez operacional e financeira da TIM e que demonstram nossa recuperação dos impactos da pandemia, mesmo com muitos desafios ainda presentes. O desempenho positivo vem acompanhando de uma jornada consistente de melhores práticas ambientais, sociais e de governança, reforçando que é possível combinar uma gestão focada em resultados e inovação com temas relevantes para a evolução de toda a sociedade. Dessa forma, estamos ainda mais preparados para realizar o grande salto que dois eventos vão representar para a companhia: a conclusão da compra de parte dos ativos móveis da Oi e a realização do leilão das frequências destinadas à tecnologia 5G. A TIM está pronta para exercer seu protagonismo no mercado", afirma Pietro Labriola, CEO da TIM Brasil.