Evandro Leitão defende a união entre poderes diante da gravidade na pandemia

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O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará afirma: "temos a certeza de que essa decisão (do lockdown) é a mais correta para que a gente possa salvar vidas" Foto: Edson Júnior Pio / AL CE

O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado Evandro Leitão, abriu a sessão plenária da quinta-feira (4/3), com o anúncio de que a Casa seguirá o isolamento social rígido, anunciado pelo governador Camilo Santana (PT) na noite da quarta-feira (3/3). 

A medida começou a valer na sexta-feira (5/3) até o dia 18 de março. Dessa forma, as atividades que atualmente são realizadas de forma híbrida - presencial e virtual - passarão a ser totalmente remotas nos próximos 15 dias.

"Portanto, aqui na Assembleia Legislativa, as atividades que realizamos de forma presencial, como sessões plenárias, acontecerão de forma remota”, explicou.

"Temos muita tristeza em anunciar isso. Por outro lado, temos a certeza de que essa decisão é a mais correta para que a gente possa salvar vidas, salvar aqueles que se dirigem ou que trabalham aqui na Assembleia, servidores, colaboradores, imprensa de uma maneira geral, parlamentares e assessores, para que possamos nos proteger a todos e aos nossos familiares" destacou.

Pacificação

O presidente defendeu ainda a união e a pacificação neste momento em que o Brasil chega uma situação "dramática" com quase duas mil mortes ocorridas em 24 horas pela Covid-19, em todo o Brasil, das quais 90 ocorreram só no Ceará.

"A situação é muito grave e só vejo uma solução. É a união, é a pacificação entre os poderes, entre as instâncias - Governo Federal, governos estaduais, governos municipais - para que nós possamos enfrentar essa pandemia do Coronavírus".

Evandro reforçou o papel da Assembleia no combate à pandemia. "Nós aqui do Parlamento, seguimos as recomendações sanitárias, além da produção legislativa que os 46 deputados estaduais estão fazendo desde o início da pandemia, diversas mensagens foram aprovadas e transformadas em leis. A grande maioria para fazer o enfrentamento da Covid", afirmou.