Fecomércio critica medidas restritivas e reflexo no emprego

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De acordo com a Fecomércio, a medida anunciada não avalia o histórico das perdas acumuladas até o momento também para o setor produtivo. Lembrando que a manutenção e a sustentabilidade de milhares de famílias passam pela geração de emprego"

O setor empresarial reage às medidas restritivas do decreto governamental para tentar barrar o maior contágio de Covid19, por força de seus impactos à atividade produtiva.

Em nota a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará - Fecomércio e seus 34 sindicatos afiliados, representantes legítimos das cadeias produtivas mais afetadas com a pandemia, considera que as novas medidas restritivas anunciadas pelo Decreto nº 33.918 produzem impactos negativos na capacidade das empresas de manterem as vagas de trabalho.

"Compreendemos a gravidade da crise sanitária atual e reconhecemos a iniciativa do Governo em frear o avanço dos casos de COVID-19. Temos apoiado e participado das medidas de prevenção e combate, repassando para todas as empresas do comércio as orientações".

Perdas acumuladas

No entanto, acrescenta a nota, a medida anunciada não avalia o histórico das perdas acumuladas até o momento também para o setor produtivo. Lembrando que a manutenção e a sustentabilidade de milhares de famílias passam pela geração de emprego. As empresas do comércio tiveram suas portas fechadas no período de lockdown, e na reabertura, investiram em equipamentos e medidas de segurança para seguir rigorosamente todos os protocolos determinados pelos governos. E agora, quando parecia terem uma retomada das suas atividades, mesmo seguindo todas as recomendações, estão sendo penalizadas.

A Fecomércio se solidariza com todos empresários dos setores, colaboradores e suas famílias que estão sendo impactados pela medida, e lamenta que o setor produtivo mais uma vez esteja arcando com as consequências de uma crise conjuntural.