Empresa oferece serviços no mundo musical para artistas iniciantes

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A empresa conta com uma gama de elementos que a tornam inovadora e acessível, sendo uma opção muito boa para dar os primeiros passos na carreira

Com intuito de oferecer serviços inovadores, de qualidade e com baixos investimentos para artistas iniciantes, o empresário Gui Rocha está ganhando destaque no mercado musical em São Paulo, com a Ipapu incubadora de talentos.

Nascida oficialmente no início de 2020, um ano difícil onde o mundo parou por conta da pandemia causada pela Covid-19, a Ipapu não deixou se abalar pelos momentos de instabilidade financeira e de saúde que o planeta passava. A nova empresa reuniu todos os planejamentos feitos ao longo de 2019, e sem medo, deu os primeiros passos no mercado.

Decidido em montar uma marca que além de qualidade e economia, tem como objetivo mudar a vida e realizar o sonho de quem quer ser músico, a Ipapu com aproximadamente um ano de história, já é considerada referência quando se fala em preparar artistas sem experiência para o mercado.

A empresa conta com uma gama de elementos que a tornam inovadora e acessível, sendo uma opção muito boa para dar os primeiros passos na carreira.

A marca é inovadora, porque Gui Rocha reuniu métodos e técnicas mais utilizadas das plataformas de grande expressão como: spotify, deezer, apple music e YouTube, e estudou as possibilidades para proporcionar aos iniciantes, melhores táticas para que os mesmos, tenham visibilidade e oportunidades de outros artistas que já estão há mais tempo no mercado.

Acessível

A Ipapu também é uma opção acessível, pois é possível fechar trabalhos de períodos curtos, como por exemplo um lançamento apenas, sem contratos de anos como é o procedimento padrão em outras empresas.

Para manter uma carreira, é comum o músico, cantor ou banda ter um investidor ou um empresário, mas há quem não tenha nenhuma das duas opções, e o próprio artista acaba financiando os trabalhos. Nas três opções, é necessário pensar e montar estratégias inteligentes para que toda a monetização seja aproveitada da melhor forma, para obter resultados satisfatórios a curto e longo prazo.

“Nesses 21 anos de carreira, passamos por vários momentos diferentes, fomos uma banda em processo de formação, fomos contratados por uma multinacional, viramos artistas independentes e vivenciamos a transição do mercado dos discos para o streaming. Com todos esses eventos, vi que agora começou a pesar em mim essa responsabilidade de tentar democratizar e distribuir informações de forma mais generosa para quem está dando os primeiros passos”, continuou Gui.