Indústria de alimentos cearense confiante na retomada

alimentos
Em âmbito estadual, todos os portes de empresas apresentaram crescimento no nível de otimismo, com destaque para as de grande porte, que cresceram 3,2 pontos 

O Índice de Confiança do Empresário Industrial para o Ceará vem dando sinais de otimismo e demonstrando crescimento, o que foi verificado no apagar das luzes de 2020.

Na última edição divulgada, a curva ascendente foi de 2,7 pontos, ao registrar 63,1 no geral.

O indicador de Condições Atuais no Ceará, realizado mensalmente pelo Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), anotou crescimento de 4 pontos em relação ao mês anterior (novembro) e pontuou 60,5, mostrando empresários otimistas pelo quarto mês seguido. Já em relação ao índice de Expectativas, os empresários cearenses continuam otimistas, com o mesmo crescendo 2,1 pontos e registrando 64,1 pontos.

Monitoramento

O SindiAlimentos monitora o cenário industrial estadual e avalia o olhar positivo do mercado. “Justifica-se este panorama e os números estão comprovando a nossa expectativa. 2020 foi um ano, como todos sabem e não cansamos de repetir, atípico, desafiador, onde o produtor, o empreendedor precisou se reinventar dentro de uma crise que assolou a todos. E na crise nasce a oportunidade. Foi preciso muita força e trabalho para superar os obstáculos e enfrentar as dificuldades, vários segmentos sofreram, mas não pararam. O resultado é o que estamos vendo, dados positivos, crescimento, evolução”, explica André Siqueira, presidente do SindiAlimentos.

Em âmbito estadual, todos os portes de empresas apresentaram crescimento no nível de otimismo, com destaque para as de grande porte, que cresceram 3,2 pontos. E essa é uma tendência para este ano. “As projeções são as melhores possíveis para 2021, já que estamos vivenciando um período de imunização da população em geral, ou seja, a expectativa é de uma retomada do mercado em geral, de um processo de quase normalidade para, pelo menos, o segundo semestre. O panorama industrial é de evolução”, completa André Siqueira.