CE tem saldo de 33,2 mil vagas de emprego no 1º semestre

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Estado lidera a geração de postos de trabalho no Nordeste em junho, com 9.717 novos empregos

Entre janeiro e junho de 2021, o saldo entre contratações e dispensas no mercado de trabalho formal do Ceará ficou positivo em 33.256 empregos, um resultado acima do registrado em igual período do ano passado, quando foram eliminados 48.132 empregos.

O saldo positivo aparece pelo terceiro mês consecutivo no Estado. Em junho, o número de contratações com carteira assinada superou o de demissões, com a criação de 9.717 novos postos de trabalho – o maior para a região Nordeste, com 38.045 admissões e 28.328 demissões. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira (29/7), pelo Ministério da Economia.

Serviços 

No mês em análise, o nível do emprego formal subiu 0,81% e atingiu o total 1.206.361 empregos com carteira assinada. Em termos setoriais, esse resultado decorre especialmente do maior número de oportunidades de trabalho nos serviços (4.060 novos empregos), comércio (2.461), construção (1.367), indústria geral (1.085) e agropecuária (744), dado que a movimentação do emprego na administração pública permaneceu relativamente estável (-3).

Para Vladyson Viana, presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho, os dados do Caged divulgados hoje mostram que o Ceará tem dado passos importantes para a retomada econômica.

“O saldo positivo de 9.717 novos postos de trabalho formais nos destaca como o estado que mais gerou empregos na Região Nordeste. Isso é fundamental, porque mostra que a retomada econômica tem se consolidado, tem sido permanente. E para fortalecer ainda mais a geração de renda para a população, o governador Camilo Santana através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, tem desenvolvido iniciativas importantes, como o Ceará Credi, que pretende atender mais de 36 mil operações em todo o Estado do Ceará, e agora, o Mais Emprego Ceará, que vai gerar vinte mil postos de trabalho, subsidiados com o pagamento de cinqüenta por cento do salário mínimo”, destaca Viana.