e-commerce em expansão; Mercado Livre é maior do ranking

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Os maiores do e-commerce são por ordem de participação: Mercado Livre (30%), 2. Americanas.com (14%), 3. Magazine Luiza (13%), 4. Amazon Brasil (11%) e 5.  Casas Bahia (9%)

Cada brasileiro acessou em média cerca de 8 vezes os sites de e-commerce no mês de outubro. Cada acesso, por sua vez, pode ter a visualização de muitas páginas.

Os canais preferidos para chegar às lojas são "direto" (quando ele digita o endereço da loja e representa 43,3% dos acessos), busca orgânica do Google (28,1%) e busca paga (19,3%). O tráfego de redes sociais representa apenas 3,1%.

Os dados são do Relatório Setores do e-commerce, elaborado periodicamente pela Conversion, agência de Search Engine Optimization (SEO). Segundo o estudo, os principais sites brasileiros de comercialização de produtos e serviços receberam um total 1,69 bilhões de acessos, um aumento de 1,58% em relação ao mês anterior.

“Esse crescimento no mês de outubro indica que o e-commerce não representa uma mera alternativa ao varejo físico, mas sim uma mudança mais profunda de comportamento do consumidor”, explica Diego Ivo, CEO da Conversion.

Os maiores do Brasil
 
O Relatório Setores do e-commerce no Brasil também apresenta, mensalmente, o ranking dos principais e-commerces do País. Esse ranking está dividido em um geral e outro para cada uma das 18 categorias. No geral, a lista é composta pelo: 1. Mercado Livre (30%), 2. Americanas.com (14%), 3. Magazine Luiza (13%), 4. Amazon Brasil (11%) e 5.  Casas Bahia (9%). O percentual se refere apenas aos 10 principais sites.

Setores em alta e em baixa
 
A movimentação do e-commerce em outubro reforça a tese do estudo com a retomada verificada do turismo online, que registrou alta de 9,36% no período. Seguindo a mesma tendência positiva, cresceram os setores de Pet (7,47%), Moda & Acessórios (4,06%), Cosméticos (3,42%), Ferramentas & Acessórios (3,03%) e Farmácia & Saúde (2,04%).
 
Entre os setores com retração, o estudo não encontrou, entretanto, nenhum que tivesse queda tão expressiva. Em ordem de maiores reduções foram em: Educação, Livros & Papelaria (-2,89%), Presentes & Flores (-2,38%), Casa & Móveis (-2,25%), Itens Automotivos (-1,37%) e Calçados (-0,82%).