Crédito: Cadastro Positivo permite inserir 184 mil no Ceará

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No Ceará, 51% estão cadastrados e  os dados da ANBC demonstram contingente da população cearense que se beneficiou da primeira consulta de crédito após a implantação do Cadastro Positivo com adesão automática

Prestes a completar três anos de vigência em seu modelo de adesão automática, o Cadastro Positivo conta atualmente com 51% da população do estado do Ceará em seu banco de dados. Considerando todo o país, o índice é de 62%. Os dados, que levam em conta tanto pessoas físicas quanto jurídicas, foram divulgados pela Associação Nacional dos Bureaus de Crédito (ANBC).

O levantamento comprova também o potencial de inclusão financeira da iniciativa: do total de consumidores e empresas do estado presentes na base de dados, 184 mil cearenses foram beneficiados com a consulta de crédito após a entrada em vigor do novo Cadastro Positivo, em julho de 2019 - o que equivale a 3,90% de entrantes.

Nordeste

No recorte por estados, a região Nordeste se destacou. Sergipe registrou o maior índice de estreantes no mercado de crédito, com 6,78%, seguido por Maranhão (5,51%) e Alagoas (4,79%).

“Nesses quase três anos, o Cadastro Positivo vem confirmando os benefícios previstos em sua implementação, principalmente em relação à inclusão financeira. Esses dados comprovam como o Cadastro Positivo pode mudar a realidade de quem busca por crédito. Esses 4 milhões de consumidores e empresas que tiveram sua inclusão financeira a partir da primeira consulta passaram a ser visíveis no mercado de crédito devido ao Cadastro Positivo”, afirma Elias Sfeir, presidente da ANBC.

De acordo com o executivo, consumidores e empresas que já participavam do mercado de crédito também têm sido beneficiados com o Cadastro Positivo.

“O empoderamento do tomador, possibilitado pela nota de crédito calculada considerando os dados positivos, pode resultar em melhores condições em empréstimos e financiamentos, permitindo que se tome crédito sem prejuízo da capacidade de pagamento, o que diminui a inadimplência, impactando o spread bancário e beneficiando a economia”, completa.