Fortaleza lidera inflação da cesta básica no País em junho

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No acumulado de 12 meses apesentaram elevações nos seus preços todos os itens com apenas três exceções. Os destaques foram o óleo (84,55%), o arroz (45,85%) e o açúcar (40,00%)

A cesta básica de Fortaleza lidera as altas no País, em junho de 2021. Os 12 produtos registraram uma inflação de 1,77% no mês e houve alta em nada menos que nove dentre os 12 itens. No ano, a majoração foi de 1,24% e acumula em 12 meses exorbitantes 16,65%.

Para adquirir os produtos o trabalhador teve que desembolsar R$ 541,61. Considerando o valor e, tomando como base o salário mínimo vigente no País de R$ 1.100,00 o gasto com alimentação de uma família padrão (2 adultos e 2 crianças) foi de R$ 1.624,83.

Alimentação mais cara

A inflação nos preços da cesta básica foi influenciada pela alta de nove produtos da cesta, dentre eles, destacam-se: o açúcar (8,51%), o café (5,16%) e o tomate (5,05%). Os produtos que registraram uma baixa no preço foram: a banana (-4,03%), a farinha (-1,08%).

Observando as variações semestral e anual da cesta básica em Fortaleza percebe-se ainda mais claramente como os itens estão registrando elevações significativas. No semestre, os itens que apresentaram as maiores elevações foram o açúcar (18,21%), o café (14,91%) e a carne (10,71%).

No acumulado de 12 meses apesentaram elevações nos seus preços todos os itens com apenas três exceções. Os destaque foram o óleo (84,55%), o arroz (45,85%) e o açúcar (40,00%). Só tiveram redução a banana (-11,00%), o feijão (-5,31%) e o tomate (-4,59).

Verifica-se que a inflação na cesta básica no semestre e no acumulado de 12 meses foi respectivamente de 1,24% e 16,65%. Isto significa que a alimentação básica em junho de 2021 (R$ 541,61) está mais cara do que em dezembro de 2020 (R$ 534,96) e mais cara do que em junho de 2020 (R$ 464,31).