Ceará perde 1.564 postos de trabalho formal em março

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As empresas cearenses admitiram 34.741 trabalhadores, mas houve o desligamento de 36.305, uma variação negativa no saldo do emprego de 0,13% Foto: Freepik

De acordo com o Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o emprego celetista no Ceará registrou a perda de 1.564 postos de trabalho em março, com saldo, portanto, negativo, uma variação de (-0,13%), de acordo com o Caged, do Ministério da Economia.

Em março, mês em que a economia voltou a ter isolamento rígido diante do registro ainda mais grave de casos de Covid19, as empresas cearenses admitiram 34.741 trabalhadores, mas houve o desligamento de 36.305.

No Brasil

No País, houve crescimento de empregos formais em março de 2021, registrando saldo de 184.140 postos de trabalho. Esse resultado decorreu de 1.608.007 admissões e de 1.423.867 desligamentos. A quantidade total de vínculos celetistas ativos em março de 2021 contabilizou 40.200.042 vínculos, o que representa uma variação de 0,46% em relação ao estoque do mês anterior.

No acumulado do ano de 2021, foi registrado saldo de 837.074 empregos, decorrente de 4.940.568 admissões e de 4.103.494 desligamentos (com ajustes até março de 2021).

Trabalho Intermitente

Em março de 2021, houve 18.423 admissões e 12.897 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente, gerando saldo de 5.526 empregos, envolvendo 4.068 estabelecimentos contratantes. Um total de 213 empregados celebrou mais de um contrato na condição de trabalhador intermitente.

Do ponto de vista das atividades econômicas, o saldo de emprego na modalidade de trabalho intermitente distribuiu-se por Serviços (3.824 postos), Construção (1.678 postos), Indústria geral (1.047 postos), Agropecuária (89 postos), e Comércio (-1.112 postos).