BNB aplicou R$ 24,6 bilhões no Ceará entre 2018 e 2020

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No primeiro semestre de 2021, o Banco do Nordeste já aplicou no Ceará, com recursos do FNE, mais de R$ 2 bilhões

O Banco do Nordeste (BNB) se mantém como âncora de fomento à economia em negócios de vários portes na sua região de atuação, mesmo diante da pandemia de Covid19.

No Ceará, no período de três anos, compreendido entre 2018 a 2020, a instituição financeira investiu R$ 24,6 bilhões na economia, sendo R$ 12,6 bilhões com recursos do FNE.

Por meio dos programas Crediamigo e Agroamigo, no referido triênio, os investimentos totalizaram R$ 10,9 bilhões no Estado.

Em 2021

Considerando o primeiro semestre de 2021, o Banco do Nordeste já aplicou no Ceará, com recursos do FNE, mais de R$ 2 bilhões. No que concerne às microfinanças urbana e rural, o Estado somou o volume de R$ 2,1 bilhões investidos em igual período.

69 anos de atuação 

Ao completar 69 anos, a instituição aponta recordes históricos em suas aplicações na Região. Também levando em conta de 2018 a 2020, o BNB investiu R$ 125,8 bilhões na economia regional.

Microempreendedores

No mesmo período, especificamente para microempreendedores urbanos e rurais, os investimentos totalizaram R$ 39 bilhões por meio dos programas Crediamigo e Agroamigo, e beneficiaram todos os setores e segmentos da área de atuação do Banco, integrada pelos estados do Nordeste e do norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Em 2020, primeiro ano da crise sanitária gerada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) e que atingiu a economia global, o Banco aportou, no total, mais de R$ 40 bilhões, dos quais R$ 25,8 bilhões oriundos do FNE, principal funding da Instituição, correspondendo a 711 mil operações de crédito. Apesar do cenário inédito, em número de operações, o incremento foi de 25%, em relação ao exercício anterior (2019).

Baixa e média renda

Dos recursos do FNE, em 2020, mais de R$ 20 bilhões beneficiaram empreendimentos localizados em municípios de Baixa Renda e Média Renda, áreas consideradas prioritárias na Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), e R$ 14 bilhões foram alocados no Semiárido, área estratégica para o Banco.

Destacam-se, ainda em 2020, R$ 3 bilhões aplicados pelo FNE Emergencial, linha de crédito criada para ajudar os empreendedores a superarem as consequências da pandemia, bem como os R$ 5,4 bilhões destinados aos financiamentos inseridos no chamado Crédito Verde, segmento importante que reforça a atenção do BNB à agenda ASG (Ambiental, Social e Governança).

Neste ano

O Banco do Nordeste mantém, em 2021, o mesmo recorde de aplicações na economia regional, já tendo investido, nos seis primeiros meses do ano, R$ 20,3 bilhões. Não obstante o cenário inédito, por conta da pandemia, os investimentos cresceram 11,3% em relação a igual período do exercício anterior, quando o Banco contratou R$ 18,2 bilhões.

Desse total, R$ 12,5 bilhões, equivalentes a 320 mil operações, são oriundos do FNE, enquanto R$ 8 bilhões destinaram-se exclusivamente a microempreendedores urbanos e rurais, por intermédio do Crediamigo, maior programa de microfinança urbana da América do Sul, e do Agroamigo, que beneficia agricultores familiares, totalizando os dois programas cerca de 2,5 milhões de operações de crédito.

Empregos mantidos

Exemplo da repercussão desses investimentos é a estimativa de impactos, em 2020, com recursos do FNE, na área de atuação da empresa: geração ou manutenção de aproximadamente 1,4 milhão de empregos, aumento de R$ 8,7 bilhões na massa salarial, assim como o incremento de R$ 4,8 bilhões na arrecadação tributária, de R$ 53,3 bilhões no Valor Bruto da Produção e de R$ 30,3 bilhões no Valor Adicionado à Economia.