Barras de Access: terapia pelo bem-estar

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Pesquisas apontam que as  Barras de Access têm um efeito neurológico positivo similar àquele experimentado por praticantes avançados de meditação

Durante este período de Pandemia pelo Coronavírus, iniciado em março de 2020 aqui no Brasil, a USP (Universidade de São Paulo) realizou uma pesquisa em 11 países. Segundo o estudo, o Brasil é o País que mais tem casos de ansiedade (63%) e depressão (59%). Em segundo lugar está a Irlanda, com 61% das pessoas com ansiedade e 57% com depressão; já os Estados Unidos ocupam o terceiro lugar no ranking, com 60% de ansiedade e 55% de depressão.

Com a continuação da pandemia, neste ano de 2021, e com a real situação do Brasil, apresentando alta incidência de contaminação pela Covid19 e, consequentemente, alto índice de casos de morte pela infecção, não é de se estranhar que casos de ansiedade e depressão venham aumentando consideravelmente.

Na contramão dessa informação, a Associação de AccessConsciounsness, entidade norte-americana, detentora de processos corporais voltados para o bem-estar e a cura humana, realizou algumas pesquisas, abordando as mesmas questões de depressão e ansiedade. Uma das pesquisas, realizada em 2015, conduzida pelo neurocientista Dr. Jeffrey Fannin, examinou os efeitos neurológicos das barras de Access em 60 participantes.

Técnica

Fazendo a medição das ondas cerebrais das pessoas antes e depois de uma sessão de Barras, revelou efeitos semelhantes sobre coerência cerebral, com 80% dos participantes revelando esse efeito. Além disso, ele descobriu que as Barras de Access têm um efeito neurológico positivo na pessoa que recebe a sessão, similar àqueles experimentados por praticantes avançados de meditação.

Outra pesquisa científica, conduzida pela Dra. Terrie Hope, PHD, sobre os efeitos das Barras de Access na ansiedade e na depressão, publicada no Journal of Psychology, em 2017, revelou que a gravidade dos sintomas de ansiedade foi reduzida em média 84,7%, enquanto a gravidade dos sintomas de depressão foi reduzida numa média de 82,7%. Todos os participantes apresentaram coerência cerebral, confirmando, ainda mais, a pesquisa do neurocientista Dr. Jeffrey Fannin.

A Dra. Hope também descobriu que os participantes, antes da sessão, haviam relatado sentirem sensação de fracasso, autocrítica, perda de prazer e agitação; e que todos revelaram mudanças após a sessão, com sensação de bem-estar, ou seja, solucionados os problemas anteriormente revelados.

O resultado final das pesquisas comprovou que o tratamento com as Barras de Access foi associado a uma redução significativa na gravidade dos sintomas de ansiedade e depressão e aumento da consciência. Esses resultados sugerem que as Barras de Access são úteis como tratamento tanto para ansiedade quanto para depressão.