Angola Cables eleva capacidade de cabo Fortaleza/Miami/SP

angola
Com a atualização no cabo Monet, a Angola Cables, que possui data center em Fortaleza, passa a fornecer mais capacidade e menor latência atendendo às crescentes demandas digitais de seus clientes

A Angola Cables, provedor multinacional de telecomunicações e soluções digitais que possui data center em Fortaleza, na Praia do Futuro, atualizou sua rede de cabos submarinos Monet usando o Ciena GeoMesh, suportado pela tecnologia lógica coerente WaveLogic Ai, para fornecer mais capacidade e menor latência de modo a atender às crescentes demandas digitais de seus clientes. 

Rede de conexões

A Angola Cables possui uma extensa rede que conecta a América do Norte, América do Sul, África e Europa por meio de sua rede de cabos submarinos MONET, Sistema de cabo do Atlântico Sul (SACS) e Sistema de cabo da África Ocidental (WACS). Com o GeoMesh da Ciena, a Angola Cables adicionou 2,2 Tbps de capacidade aos segmentos da rede Monet conectando Miami, Fortaleza e São Paulo para melhorar o desempenho de serviços baseados em nuvem que têm uso intenso de largura de banda. Esta conexão direta de baixa latência da Angola Cables em São Paulo, Miami, e o novo data center em Fortaleza (AngoNAP) impulsiona o desenvolvimento regional para empresas que usam a rede. 

Mais clientes

“Em uma época de rápida adoção digital por todos, a rede precisa ser capaz de lidar com as crescentes demandas dos usuários finais. A solução GeoMesh da Ciena nos permitiu expandir nossa rede de cabos submarinos para atingir uma gama maior de clientes com mais largura de banda e serviços aprimorados”, conta o CEO da Angola Cables, Angelo Gama. 

“Temos visto um aumento significativo no uso de serviços baseados em nuvem, que colocam uma enorme pressão em redes com requisito de desempenho limitado. Com a solução de rede submarina GeoMesh da Ciena, a Angola Cables adaptou sua rede para atender a essas demandas e fornecer conectividade de alto desempenho, terrestre e submarina, para mais usuários finais em todo o mundo”, diz o vice-presidente de soluções globais submarinas da Ciena, Ian Clarke.