Igor Pinheiro dá dicas sobre digitalização das empresas

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Igor Pinheiro é coordenador da Associação de Jovens Empresários de Fortaleza

Com este período de pandemia, as empresas tiveram que se reinventar e entrar com tudo no mundo digital para garantir suas vendas e seguir firme neste período. Aqui no Ceará, a busca pelo conhecimento digital também teve um grande aumento, inclusive, entre jovens empresários. 

Quem conta um pouco mais sobre como isso vem acontecendo é o coordenador geral da AJE Fortaleza, Igor Pinheiro - que também possui uma escola digital na área da Engenharia Civil - e vem acompanhando a transição dos empresários da associação.

Essenciais

Igor ressalta que nas empresas, conceitos antes ignorados por muitos, são agora essenciais. “No outro lado da moeda, por mais que contraditório que pareça, o fato é que a base do mercado não mudou: a premissa de se relacionar da melhor forma e medir o nível de produtividade de seu colaborador está intacta. Por outro lado, as ferramentas utilizadas como meio para atingir esses aspectos foram completamente reconstruídas”, conta.

Antes, a produtividade era medida por horas trabalhadas, agora, principalmente com o crescimento do home office, há a necessidade de buscar métricas de acompanhamento de resultados tangíveis de cada colaborador.

O conceito de que as vendas acontecem para onde a atenção do seu público-alvo está, continua firme. Porém, ao invés de anunciar seu produto em outdoor, as mídias digitais estão em crescimento vertiginoso ocupando cada vez mais a atenção de seu futuro cliente.

As empresas que estão aproveitando a digitalização da forma correta nessa mudança de era que vivemos, conseguem surfar uma onda de pioneirismo semelhante às que grandes empresas conseguiram nas antigas revoluções industriais.

“A cultura presente no imaginário de muitos do ‘’sempre fiz assim, sempre deu certo e continuarei fazendo assim’’ será posta a prova nos próximos anos. Afinal, uma certeza que podemos ter é de que o ponto de inflexão do livre mercado não espera os retardatários da inovação”, enfatiza Igor.