Abrasel lança campanha #estamosprontos e pede retomada

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Pelo menos cem estabelecimentos em Fortaleza e regiões Norte e Sul do Estado estamparam suas fachadas com a faixa da nova campanha da Abrasel

Mais de uma centena de estabelecimentos em Fortaleza e regiões Norte e Sul do Estado estamparam suas fachadas com a faixa da nova campanha encabeçada pela Abrasel, com a hashtag “estamosprontos”.

"Este estabelecimento está pronto para o novo normal. É hora de trabalhar” é a mensagem divulgada pelo setor, que pede a retomada urgente dos bares e restaurantes, especialmente no turno da noite, o mais representativo para quase 80% das casas.

Vídeos

Além das faixas, os estabelecimentos publicaram vídeos nas redes sociais mostrando as casas preparadas para receber novamente os clientes.

Segundo levantamento recente feito pela associação, mais de 75% dos estabelecimentos não atuam antes das 16 horas; e para  69,9% dos que abrem as portas entre 11h e 16h, o faturamento não representa mais do que 30%.

“Temos amargado prejuízos incalculáveis, inclusive agora, quando o decreto permitiu uma abertura parcial, pois somente 20% do setor pôde retomar as atividades nestas duas últimas semanas. Outro ponto é que nestes 14 dias, o faturamento foi 60% menor do que o que foi registrado em julho, quando ocorreu o primeiro retorno pós-lockdown”, afirma Taiene Righetto, presidente da entidade.

Protocolos

Com a nova campanha em prol da reabertura, o setor chama a atenção para o atendimento aos protocolos de higiene e distanciamento nos estabelecimentos. “Estamos prontos para trabalhar, gerar renda, postos de trabalho, pagar impostos e para colocar as contas de nossos empreendimentos em dia”, acrescenta o presidente.

Mesmo com os auxílios e isenções apresentados até agora, a solução para a crise no setor, que já registra mais de oito mil estabelecimentos fechados, é o trabalho. “Precisamos trabalhar normalmente, com segurança, zelando pela vida de clientes e colaboradores como sempre fizemos, e que sejam punidos severamente aqueles que não o fazem”, diz Righetto.