Ritmo da economia no Ceará deve se acelerar em 2020

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Pelo menos no início do ano, a expectativa do Ipece quanto ao comércio cearense é de retomada e o governo considera vários fatores para projetar um ano melhor para a economia estadual 

O varejo cearense deverá crescer 4% e influenciar como motor do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, previsto para encerrar este ano com expansão de 2,38%. Além disso, o governo conta com melhoria no emprego e vem fazendo mudanças, como a reforma do sistema previdenciário estadual, aprovada em dezembro pela Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, que trará economia anual entre R$ 400 milhões a R$ 600 milhões para os cofres públicos.

Com as contas ajustadas, o governo estadual, aposta que suas políticas para desenvolvimento do Ceará têm a capacidade de atrair mais investimentos para o Estado.

As expectativas positivas para a economia cearense estão na nova edição do Farol da Economia Cearense (nº 08/2019), elaborado pela Diretoria de Estudos de Gestão Pública (Digep) do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), órgão vinculado à Secretaria do Planejamento e Gestão (Seplag). O trabalho disponibiliza dados, informações e análises sucintas para que os tomadores de decisão e demais partes interessadas tenham elementos para avaliar prospectivamente os rumos das economias do Brasil e do Ceará.

O trabalho também revela que as perspectivas para a economia nacional são de aceleração mais acentuada do PIB em 2020, 2021 e 2022 do que a observada em 2019. Além disso, de acordo com o estudo, o Orçamento da União, aprovado para 2020 ampliou, em R$ 8,1 bilhões, os recursos destinados ao Ministério do Desenvolvimento Regional, cuja atuação no Nordeste tem potencial para dinamização da economia, com geração de emprego e renda para os nordestinos.

O Farol Economia Cearense, nesta edição, está dividido em cinco partes e tem como autores a titular do Digep, Marília Rodrigues Firmiano; Aprígio Botelho Lócio, assessor Técnico; os analistas de Políticas Públicas Paulo Araújo Pontes; Alexsandre Lira e Daniel Suliano, e a assessora Técnica Ana Cristina Lima Maia. A edição contou também com a colaboração de Tiago Emanuel Gomes dos Santos, técnico do Digep, Natália Carvalho Araújo, bolsista da Funcap/Capp, e de Bruno maia, da célula de aliança público/privada da Seplag.