Mongan Stanley amplia fatia nas ações da Coelce para 5%

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A Coelce, concessionária de energia do Ceará controlada pela Enel, encerrou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 47,96 milhões

O banco Morgan Stanley informou em comunicação ao mercado e acionistas que passou a deter de maneira agregada o total de 1.413.726 ações preferenciais classe A (PNA) de emissão da Companhia Energética do Ceará (Coelce - (COCE3; COCE5), o que corresponde a 5,0% desta classe de ações.

O comunicado atende a Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A Coelce, concessionária de energia do Ceará controlada pela Enel, encerrou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 47,96 milhões.

A cifra representa uma queda de 30,85% sobre o mesmo período do ano passado, quando a companhia lucrou R$ 69,36 milhões. Em relação ao segundo trimestre de 2020, o avanço foi de 83,63%.

Receita líquida

A receita líquida da companhia aumentou 3,48% de um ano para o outro, passando de R$ 1,34 bilhão para R$ 1,39 bilhão. Em relação ao último trimestre (R$ 1,34 bilhão), a receita aumentou 3,44%.

Patrimônio

O patrimônio líquido da companhia, por sua vez, apresentou expansão de 6,65%, ao comparar todos os valores contábeis que os seus sócios possuíam no fechamento do 3º trimestre de 2020 (R$ 3,19 bilhões) com a mesma data em 2019 (R$ 2,99 bilhões).

Os ativos totais da Coelce totalizaram R$ 9,88 bilhões no 3º trimestre de 2020, soma 16,65% maior que o saldo de R$ 8,47 bilhões registrado no encerramento do mesmo período do ano anterior.

A dívida líquida ficou em R$ 2,29 bilhões no encerramento do 3º trimestre de 2020, aumento de 10,94% ante os R$ 2,06 bilhões registrados no ano anterior.

Em 12 Meses

Nos últimos doze meses, a empresa acumulou um lucro líquido de R$ 362,30 milhões – desempenho superior ao valor médio dos cinco anos anteriores (R$ 72,00 milhões), quando houve um decréscimo líquido médio de 5,34% por ano.

Ainda considerando os últimos doze meses, a receita líquida da companhia totalizou R$ 5,69 bilhões. Esse valor é superior a média dos últimos cinco anos (R$ 1,26 bilhão), quando a receita líquida da companhia cresceu, em média, 7,79% por ano.