Sem alívio em setembro, energia cara com bandeira vermelha

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Consumidor brasileiro considera a energia elétrica cara e, pelo 2º mês consecutivo, vai ter que arcar com um custo mais elevado a cada 100 KW/h Foto: Agência Brasil

A conta de energia não terá alívio também em setembro, o segundo mês consecutivo de bandeira vermelha. Portanto, o consumidor terá que economizar ainda mais se quiser reduzir o impacto da bandeira tarifária mais cara.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a cobrança continuará na cor vermelha no Patamar 1, a mesma de agosto. Isso significa um custo de  R$ 4 a mais para cada 100 quilowatts-hora consumidos. 

A decisão de manter a bandeira no patamar vermelho 1 foi tomada devido ao fato de uma parcela significante da energia ser fornecida por meio de usinas termelétricas, que têm custo de geração de energia mais alto. Também pesou a diminuição do volume de chuvas, com a intensificação da estação seca, segundo a agência reguladora justifica. "Setembro é um mês típico do fim da estação seca nas principais bacias hidrográficas do Sistema Interligado Nacional (SIN). A previsão hidrológica para o mês sinaliza permanência do quadro de estiagem, com vazões abaixo da média histórica", disse a Aneel.

Os recursos pagos pelos consumidores vão para uma conta específica e depois são repassados às distribuidoras de energia para compensar o custo extra da produção de energia em períodos de seca.