Hard Rock Hotel antecipa lançamento da fase 3 do projeto

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O empreendimento na Praia de Lagoinha, com Valor de Vendas de R$ 900 milhões, é considerado uma solução de férias com lifestyle internacional

A marca de um dos maiores sucessos imobiliários do Brasil, o Residence Club at the Hard Rock Hotel Fortaleza, situado na Praia de Lagoinha, vem de uma história que começa em 1971, quando dois americanos tornaram Londres o palco do reinado do Hard Rock ao abrir o primeiro Hard Rock Cafe. Nesta semana, foi antecipado o lançamento da fase 3 do projeto.

Ao levar a típica comida americana para competir com o tradicional prato londrino, fish and chips, Isaac Tigrett e Peter Morton, fundadores do Hard Rock Cafe, atraíram para seu temático restaurante, ninguém menos que Eric Clapton, que doou uma guitarra Fender vermelha para pendurar na parede, tornando-se a primeira memorabilia icônica marca Hard Rock, afinal, quem nunca entrou em um café ou hotel da rede ansioso para fotografar um objeto autêntico do seu ídolo?

O case Fortaleza
 
Mas como nem só de palco vive um rock star, a marca conta com 31 hotéis, 12 cassinos e 192 restaurantes espalhados em 75 países. E hoje, Fortaleza também faz parte desse reinado do rock com a operação de um Hard Rock Cafe, no RioMar Shopping, e a implementação de um Hard Rock Hotel, trazidos pela VCI SA.
 
Com uma área equivalente a 18 quarteirões, o Hard Rock Hotel Fortaleza possui 225 apartamentos no bloco hoteleiro, 135 apartamentos de dois dormitórios e 15 casas exclusivas que hospedam confortavelmente até 12 pessoas. Além de três piscinas, quatro restaurantes e três bares, SPA, área kids & teens e áreas para esportes.

Valor de Vendas
 
Tendo um VGV estimado superior a R$ 900 milhões e apartamentos das fases 1 e 2 totalmente vendidos, a VCI SA, incorporadora responsável pelo projeto, antecipou o lançamento nessa semana da fase 3 do projeto.
 
Agora, são mais 160 apartamentos de 46 metros quadrados com piscina na varanda e vista para o mar, um modelo denominado “townhouse villa”, que fica em uma área elevada por trás das 15 casas exclusivas e com vista definitiva do mar da praia de Lagoinha.
 
“Ressalte-se que a média de idade dos clientes Hard Rock Hotel é de 35 anos, um público com renda mensal entre 18 a 35 mil reais e que pertence a geração Millenials, com foco em viver experiências”, avalia Samuel Sicchierolli, presidente da VCI e responsável por trazer a marca Hard Rock ao Brasil.

Esse público encontra eco no sistema da VCI SA, em que as acomodações do empreendimento são vendidas em frações do imóvel com direito a duas semanas por ano de uso. Trata-se do conceito de multipropriedade, no qual o proprietário pode também trocar suas semanas.

Férias vitalícias

“A compra de uma residência ficou em segundo plano para a maioria dos jovens dessa nova geração e imobilizar dinheiro em uma casa de praia com custos fixos faz pouco sentido. Com o Hard Rock Hotel, você tem acesso a um hotel com serviço 5 estrelas e possibilidade de hospedagem em mais de 4300 destinos em todo o mundo ofertados pela parceria com a RCI, se eventualmente não puder usufruir do espaço nas suas semanas. É uma solução completa de férias vitalícia e de encontro os desejos da nova geração”, explica Samuel.

Os compradores também podem colocar seu apartamento no pool de locação do hotel, que terá diárias estimadas de R$ 1200 para hóspedes do hotel, ou pode vender suas frações, caso deseje. E se o interessado precisar de mais dias de férias, basta adquirir mais frações (duas semanas cada). Isso tudo de forma vitalícia e com matrícula própria, sem desembolsar nenhum real pelas diárias, e pode levar quem quiser, respeitando o tamanho máximo de cada unidade.

Estatísticas mostram que os compradores de segunda residência usam seus bens na média apenas 17 dias por ano.  Os clientes do Residence Club at the Hard Rock Hotel, em média, compram duas frações de duas semanas cada. “É um sistema muito mais inteligente do que manter uma casa de praia. Aqui, a qualidade é superior e o cliente só paga pelo tempo que efetivamente usa”, complementa Sicchierolli.
 
Vendas

Caso a matriz da VCI SA fosse localizada em Fortaleza e as vendas fossem contabilizadas pelo Sinduscon-CE, o sucesso de vendas das unidades do hotel poderia elevar o VGV do estado geral para R$ 2,2 bilhões e colocar o Ceará na segunda posição no ranking da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e Registro de Imóveis), atrás apenas de Santa Catarina em termos de avanço das vendas de imóveis.

Os números impressionam, para se ter uma ideia, a projeção de vendas imobiliárias prevista pelo Creci-CE (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) para todo o Estado em 2020, é de R$ 1,6 bilhão, ou seja, a média em todo o Estado é de R$ 133 milhões por mês. Apenas o projeto Hard Rock Hotel localizado em Fortaleza, a média de venda é de R$ 35 milhões mensais, mais de 25% das vendas do mercado cearense em apenas um produto.

Por essa razão, este caso da VCI SA já está gerando interesse e um grande destaque no GRI (Global Real Estate Institute), um dos principais eventos internacionais do setor de incorporação imobiliária do mundo, em São Paulo, nos dias 12 e 13 de novembro, como um dos maiores projetos imobiliários do Brasil, e que vai definitivamente incluir o Brasil no circuito mundial dos grandes resorts internacionais. (Com Roberta Esmeraldo)