Máscara vira ferramenta de estratégia para conseguir emprego

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O pedido de emprego "Tá na cara" e algumas pessoas têm encontrado a solução para o grave problema com a iniciativa Fotomontagem: Regina Carvalho

Uma ideia nascida em Porto Alegre (RS) está começando a correr o País e trazendo soluções para as dificuldades de várias pessoas. O agente de empregos Kaká D'Ávila, da Capital gaúcha, teve a iniciativa da "máscara do emprego". 

A solução é simples, a máscara virou um local de anúncio para quem está desempregado informar sua atividade profissional e pedir uma colocação.

Assim, as pessoas circulam com o acessório e podem encontrar alguém que está contratando ou mesmo alguém que sabe de uma oportunidade. E já houve vários casos de pessoas que conseguiram efetividade na iniciativa que ganhou o slogan de "Tá na cara que eu quero emprego". 

O tamanho do problema

A taxa de desocupação do Brasil no 2º trimestre de 2020 ficou em 13,3%, o que representa alta de 1,1 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre do ano, quando registrou 12,2%. Em relação ao mesmo trimestre de 2019 cresceu 1,3 ponto Lá a taxa era 12%. 

O Brasil tem atualmente 12,9 milhões de desempregados. Somente nos últimos quatro meses, em que o País passa pela pandemia de Covid-19, cerca de 3 milhões de pessoas ficaram sem trabalho. Na quarta semana de julho, a taxa de desocupação chegou a 13,7%, o que corresponde a 12,9 milhões de pessoas.

A população ocupada do País foi estimada em 81,2 milhões, estável em relação à semana anterior e com queda em relação à semana de 3 a 9 de maio, quando 83,9 milhões de pessoas entravam nessa categoria. A população fora da força de trabalho era de 76 milhões de pessoas, estável em relação à semana anterior e ao início da pesquisa. Desses, 36,9% disseram que gostariam de trabalhar.