Confiança do consumidor em Fortaleza apresenta melhora

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Em relação as perspectivas futuras, 67,7% dos consumidores fortalezenses afirmam estar otimistas, de acordo com levantamento realizado pela Fecomércio-CE 

Neste mês de agosto, o Índice de Confiança do Consumidor de Fortaleza (ICC) apresentou crescimento de +3,7%, passando de 107,1 pontos em julho, para 110,8 pontos. Esse aumento confirma a tendência de alta para o indicador que em abril registrou o menor índice (87,1).

O Índice de Situação Presente (ISP) teve crescimento de +5,4 % passando de 84,4 pontos, em julho, para 89,8 pontos neste mês. Já o Índice de Situação Futura (IEF) teve crescimento de 2,7%, alcançando o maior nível do ano. 

Produtos mais desejados

A pesquisa revela ainda que, em agosto, os produtos de vestuário são os mais desejados pelos consumidores, com 19,5% querendo adquirir itens de vestuário neste mês. Em segundo lugar, aparece o item móveis (Guarda-Roupa, Cama e etc.) com 14,5% das intenções de compra.

A taxa de pretensão de compras mensal teve queda de 0,3 ponto percentual, passando de 35,3 %, em julho, para 35 % neste mês. Observando o estrato das informações o grupo familiar de renda inferior a 5 salários mínimos, foram os que apresentaram redução na intenção de compra (de 34,2% em julho para 32,1% em agosto). O valor médio das compras é estimado em R$ 565,8, onde 55,5% dos que possuem esse objetivo.

Dentre aqueles que demonstram maior entusiasmo para encherem as sacolas, destacam-se os consumidores que se encontram na faixa de rendimento familiar superior a 10 salários mínimos (128,5 pontos versus 110,8 pontos da média global), do agrupamento com idade entre 18 a 24 anos (114,5 pontos versus 110,8 pontos da média global) e do gênero masculino (112,9% versus 110,8 pontos da média global).

Situação financeira

O estudo apresenta uma avaliação boa por 51,9% dos entrevistados quando comparado a situação financeira familiar em relação ao ano anterior. Quando perguntados sobre o futuro a maioria se encontra otimista, sendo que 67,7% acreditam que as condições financeiras de sua família estarão boa quando comparado a situação atual e 17% acreditam que estará ótima.