Comer e comprar itens de higiene e limpeza está mais caro

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Claro que não se trata de hiperinflação, mas o custo de vida se elevou e os salários caíram para parte significativa da população, diante da pandemia Foto: Freepik

O Brasil se vê envolto em um emaranhado de problemas. Mas há situações que afetam e tornam cada vez mais difícil a vida da população: a saúde fragilizada, o desemprego e comer ficou mais caro. Além disso, com a maior demanda, os produtos de higiene e limpeza também tiveram preços elevados. Gasolina e energia também puxam os custos ainda maiores.

As instituições financeiras projetam uma inflação para o IPCA de 1,63% para 1,67% neste ano, mas se você olhar com lupa os produtos que consome para levá-los do supermercado para casa estão bem mais caros. Não é hiperinflação, mas o custo de vida se elevou e os salários caíram para parte significativa da população, diante da pandemia.

O mergulho na recessão está perto, mas olhar e propagar números de curto prazo é mais reconfortante e cumpre objetivos. Portanto, atenção ao cenário, busque oportunidades e sempre pesquise antes de comprar.

PIB negativo

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,62% para 5,52%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos. O mercado financeiro tem reduzido a projeção de queda há sete semanas consecutivas. Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 12 semanas consecutivas.