Diageo tem vagas para jovem aprendiz; foco em transgênero

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Recrutamento durante Mês do Orgulho LGBTQIA+ é oportunidade para jovens ingressarem na Ypióca, marca da Diageo, multinacional reconhecida pelo compromisso com a diversidade

Empresas que abraçam a igualdade certamente estão mais focadas com o presente e futuro. Durante o mês de junho, vinculado à agenda de diversidade que marca o Dia do Orgulho LGBTQIA+ (28/06), a Diageo, dona da Ypióca, realiza seleção de jovens aprendizes destinada a proporcionar oportunidade de admissão a pessoas de todas as orientações sexuais, mas com foco em contratar jovens transgênero. São 12 vagas para trabalho no escritório da Ypióca, em Fortaleza (CE).

Quem pode

Para participar do processo seletivo, é preciso ter ensino médio completo, 18 a 22 anos de idade e enviar currículo, até o dia 23 de junho, para o e-mail recrutamento@ypioca.com.br com o assunto “Vagas aprendizes”. O recrutamento segue medidas preventivas à covid-19 recomendadas pelos órgãos de saúde. 

“Temos compromisso de promover a inclusão no mercado de trabalho considerando a pluralidade de orientações sexuais, gêneros, raças, pessoas com deficiência e, nesse momento, enfocamos os transgêneros, a quem muitas portas se fecham. Nosso intuito é prepará-los para o futuro, com qualificação para construir carreira de sucesso dentro ou fora da companhia”, afirma Vinícius Bretz, gerente de RH da Diageo. Ele faz parte do ‘comitê da diversidade’ da empresa - 25 colaboradores de Fortaleza e São Paulo engajados com ações em defesa da pluralidade, como a pintura do arco-íris LGBTQIA+ na Ypióca, no ano passado.

Diversidade

Com a diversidade na agenda da companhia e como importante elemento da cultura organizacional em âmbito mundial, a Diageo partiu na vanguarda ao, em julho do ano passado, implantar sua nova Política de Licença Familiar, que equiparou a licença paternidade à maternidade, assegurando o direito a seis meses de afastamento com remuneração e benefícios mantidos, aos colaboradores que se tornem mães ou pais em quaisquer composições familiares (união hetero ou homoafetiva), inclusive em situações de adoção.

A igualdade de gênero enfoca também a liderança feminina, pois, no Brasil, as mulheres compõem 41% dos quadros, 50% dos conselhos e postos de alta liderança e 40% da liderança sênior. Essas práticas têm reconhecimentos nacionais, como: Guia Exame Diversidade (março/2020), Selo Paulista de Diversidade (2018) e Mulheres na Liderança/Valor Econômico (2019).