Carne já subiu 31% em 12 meses; itens básicos pesam no bolso

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Carne é a vilã e o conjunto de preços pagos pelo fortalezense nos itens básicos da alimentação entre janeiro e maio tiveram aumento de 4,97% e de 2,42% em 12 meses Foto: Freepik

Nos últimos 12 meses a carne disparou 31,38% em Fortaleza,sendo que a alta entre abril e maio foi de 5,6%.  Outros itens básicos que o fortalezense costuma levar à mesa também não deram trégua ao bolso do trabalhador. A farinha saltou 22,12% na variação anual e só recuou 2,09% de abril para maio, mês em que a pandemia de Covid19 já abalou as contas de muitas famílias.

Na mesma comparação, o feijão subiu 26,1%; o arroz 18,01; óleo, 22,49% e o açúcar 12,44%. Dentre esses produtos nenhum cedeu com reduções nos valores entre abril e maio, registrando elevações que compõem o percentual anual em 7,21%, 4,51%, 4,41% e 7,2%.

Cesta cara

O resultado da cesta básica mostrando queda de 5,65% entre abril e maio, portanto, mostra que o conjunto de preços pagos pelo fortalezense para adquirir a ração essencial mínima teve uma redução sim, mas considerando todas as altas já praticadas isoladamente para itens tão necessários da alimentação, não representa grande impacto. Importante considerar que os itens básicos entre janeiro e maio tiveram aumento de 4,97% e de 2,42% em 12 meses na Capital cearense.

Quedas na variação mensal

Os produtos que deram algum alívio ao trabalhador na passagem entre  abril e maio foram: tomate (-31,74), banana (-16,48%), farinha (-2,09%), pão (-2,05%) e a manteiga (-1,92%). Lembrando que é muito importante pesquisar, pois existe uma diferença que pode ser considerável dependendo de onde se esteja comprando.