Casa de Bomba no cais comercial do Porto de Fortaleza é reformada

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Sem ocorrência de sinistro há mais de uma década, a reforma da Casa de Bomba no cais comercial do Porto de Fortaleza vem como ação preventiva

As medidas preventivas têm sido prioridade na gestão da Companhia Docas do Ceará. Mesmo sem ocorrência há mais de uma década, a reforma da Casa de Bomba no cais comercial do Porto de Fortaleza incluiu reparos nas bombas jocker (responsável pela pressurização do sistema), elétrica (vazão e pressão) e diesel (aumenta a pressão e vazão da água); recuperação do quadro de comando; e correção de algumas imperfeições na tubulação – além da limpeza – (numa extensão de 1.650 metros).

O trabalho, que durou 30 dias, foi executado pela própria equipe especializada do porto, sob a supervisão de dois engenheiros. O custo foi de R$ 6,8 mil.

Prevenção

A segunda Casa de Bomba, localizada na área do píer petroleiro, também passará por reforma no próximo mês de setembro. Nesta outra unidade, que conta com duas bombas elétricas, uma jocker e uma diesel e atende uma extensão de 300 metros via tubulação subterrânea, também não há registro de sinistro há mais de 10 anos.

Ao todo, o Porto de Fortaleza dispõe de 30 hidrantes distribuídos em pontos estratégicos da área operacional, dos quais 20 ficam localizados no cais comercial.Segundo explicou o diretor de Infraestrutura e Gestão Portuária, Miguel Andrade, a manutenção, reparos e reformas que estão sendo realizadas na área operacional visam dar mais segurança aos trabalhadores, clientes e colaboradores do Porto de Fortaleza que circulam pelo local. E um dos projetos que avança na infraestrutura é a ampliação da tubulação de combate a incêndio no cais comercial em mais 400 metros.

Iluminação

Cabe ressaltar que o Porto de Fortaleza vem recebendo atenção especial também na substituição de lâmpadas fluorescentes por LED; modernização das instalações elétricas do píer petroleiro; ampliação do sistema de proteção contra descarga atmosférica; ampliação do sistema de detecção de incêndio; modernização da balança rodoferroviária; modernização do sistema de pressurização das subestações; substituição da linha de abastecimento de água do píer petroleiro e a construção de uma nova oficina para manutenção mecânica.

A diretoria da CDC também priorizou a reforma do parque de tomadas reefer; obra no berço 106 para fuga de material; manutenção corretiva nos armazéns; modificação dos procedimentos de abastecimento dentro do Porto de Fortaleza; manutenção nas torres de iluminação; requalificação da área do Corpo de Bombeiros; reparo nas defensas; e o projeto de reestruturação do pátio de contêineres.