Economia do País cresce 1,31% em maio após 2 meses de queda

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Na comparação com maio de 2019, no entanto, houve recuo de 14,24% na atividade econômica brasileira (sem ajuste para o período). No ano, o IBC-Br registrou recuo de 6,08% Foto: Freepiuk.

Após dois meses de forte queda, a atividade econômica brasileira registrou crescimento em maio. Em três meses diante da pandemia o recuo havia sido de 11,43%.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) subiu 1,31% em maio, em relação a abril deste ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (14), em Brasília,  pelo Banco Central (BC). Essa foi a maior alta mensal desde junho de 2018, quando houve crescimento de 3,3%.

Sob efeitos da pandemia de Covid-19, o IBC-Br teve queda de 9,45% em abril, e de 6,14%, em março, na comparação com o mês anterior. Em janeiro e fevereiro houve crescimento de 0,12% e 0,35%, respectivamente, de acordo com dados revisados.

Na comparação com maio de 2019, no entanto, houve recuo de 14,24% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). Em 12 meses encerrados em maio, o indicador teve retração de 2,08%. No ano, o IBC-Br registrou recuo de 6,08%.

O IBC-Br foi criado pelo BC para fazer um acompanhamento mensal da atividade econômica. Mas o indicador oficial, com metodologia diferente do IBC-Br, é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgado trimestralmente. O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas pelo país em um determinado período. (Com Agência Brasil).