Prioridade de 43% é pagar as contas de serviços básicos

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Contas básicas da casa são prioridade e a amostragem ouviu 450 consumidores de todo o Brasil, ao longo do mês de abril Fotomontagem: Regina Carvalho

As contas de concessionárias, como as de água, luz, gás, telefone e internet, são as despesas com os pagamentos priorizados pelo consumidor brasileiro neste momento de pandemia da Covid19, de acordo com uma nova pesquisa feita pela Boa Vista.

Essas dívidas são as mencionadas como prioridade por 43% dos entrevistados no estudo, que ouviu cerca de 450 consumidores de todo o Brasil, ao longo do mês de abril.

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Em segundo lugar, estão as contas pagas por boletos, como as de condomínio, aluguel, plano de saúde, educação, IPVA, IPTU, seguros, planos de previdência, entre outros, com 30%.

Já o pagamento do cartão de crédito ficou em terceiro lugar, com 13%. Financiamentos, empréstimos e crediários são as contas menos priorizados pelo consumidor neste momento. O gráfico a seguir ilustra os números. Entre as contas com os pagamentos priorizados, os entrevistados responderam quais exatamente pretendem pagar. Dentre os que vão privilegiar as contas de concessionárias, 72% citam a de luz. Seguidos das de água (63%) e de TV a cabo e Internet (42%).

Já entre os respondentes que vão escolher o pagamento de boletos, as prioridades serão o aluguel da casa e os planos de saúde, com 33% respectivamente. No caso do cartão de crédito, os cartões concedidos por bancos serão priorizados. O gráfico abaixo detalha essas informações:

Desemprego e queda na renda

No caso de uma eventual perda de emprego por conta da crise gerada pela pandemia, a maioria dos consumidores (41%) diz que seguirá priorizando as contas de concessionárias, seguidas dos boletos (30%), dos financiamentos (11%), do cartão de crédito (10%), empréstimos (6%) e crediários (2%).

Já em um eventual cenário de queda na renda familiar em decorrência da pandemia da Covid19, o cenário é parecido, mas não idêntico: 45% vão priorizar as contas de concessionárias, 30% os boletos, 11% o cartão de crédito, 8% os financiamentos – nesta hipótese os financiamentos vêm depois do cartão de crédito –, 5% os empréstimos e 1% os crediários.