Cinco novas empresas vão aportar R$ 95,7 milhões no Ceará

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Em meio a um cenário de incertezas para a economia mundial, recebemos com alegria esses novos investimentos que devem gerar oportunidades de trabalho no Ceará”, diz Eduardo Neves, da Adece

Cinco novos empreendimentos devem aportar no Ceará. No total, as novas empresas devem investir aproximadamente R$ 95,7 milhões e criar 1,2 mil empregos diretos. Duas são do setor calçadista e as demais dos segmentos químico, de embalagem e confecção.

O Conselho Estadual de Desenvolvimento Industrial (Cedin), presidido pelo governador Camilo Santana, aprovou 75 pleitos em prol do setor industrial cearense.

O primeiro encontro do grupo no ano aconteceu pela internet, na tarde da última segunda-feira (30), tendo em vista as recomendações de isolamento social em meio ao cenário de pandemia do coronavírus (Covid-19). “Essa reunião simboliza mais um esforço que o governador Camilo Santana tem feito no sentido de manter incentivos para o setor produtivo”, afirmou o titular Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado do Ceará (Sedet), Maia Júnior.

Outros negócios

Ainda na relação de pleitos aprovados, o setor de produtos alimentícios ganhou destaque, com previsão de investimento de R$ 85 milhões das empresas atraídas, gerando cerca de mil empregos diretos distribuídos entre os municípios de Fortaleza, Aquiraz e Juazeiro do Norte.

O presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), responsável pela operacionalização do Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI), Eduardo Neves, ressalta a importância de discutir a pauta de novos projetos no setor industrial cearense. “Em meio a um cenário de incertezas e desafios para a economia mundial, recebemos com muita alegria esses novos investimentos que devem gerar novas oportunidades de trabalho no Ceará”, pontua.

Outras três indústrias já existentes no Ceará obtiveram prorrogação dos benefícios fiscais.  Mais 35 concessões de benefícios nas importações de matérias primas e insumos para utilização de indústrias foram aprovadas pelo Cedin. Tiveram seus benefícios fiscais revisados ou aditivados outras oito empresas.