Produção da Páscoa gera 14 mil empregos na indústria

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Só nas fábricas há um incremento de cerca de 16% no volume de mão de obra no período. A Páscoa é uma data forte em vendas para o varejo,embora concentrada em poucos dias Foto: Regina Carvalho

A época mais doce do ano está chegando e a indústria de chocolates se prepara. O setor gerou 14 mil vagas temporárias diretas e indiretas para atender ao período de Páscoa 2020, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Amendoim e Balas (Abicab).

As empresas iniciam o planejamento para a data com cerca de 18 meses de antecedência e começam a contratar já em setembro do ano anterior. A Associação Cearense de Supermercados(Acesu), projeta uma alta de até 5% nas vendas, neste ano.

“Presentear com chocolate na Páscoa é uma tradição no Brasil, por isso, as indústrias investem constantemente em inovação para fazer frente a esta demanda e contribuir, durante este período, para o aquecimento da economia e a movimentação do varejo”, comenta o presidente da Abicab, Ubiracy Fonsêca.

As posições temporárias contemplam tanto a linha de produção quanto os pontos de venda. Só nas fábricas há um incremento de cerca de 16% no volume de mão de obra no período. A produção de 2020 está em andamento e a previsão é de que os produtos comecem a abastecer as gôndolas logo após o Carnaval.

A Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab) foi fundada em 1957 e representa os principais fabricantes do País junto às esferas pública e privada, no Brasil. A indústria brasileira nestes setores fatura cerca de R$ 26,4 bilhões e gera mais de 42 mil empregos diretos.

A entidade, que representa atualmente 92% do mercado de chocolates, 93% do mercado de balas e confeitos e 62% do mercado de amendoim, tem como objetivo central desenvolver, proteger e promover as indústrias associadas, estimulando ações para o fomento dos mercados interno e externo nestes setores, bem como o consumo responsável dos produtos.